


Tônia (Marjorie Estiano) e Melissa (Christiane Torloni) vão ter uma bate-boca esquentado, em “Caminho das Índias”. A socialite não vai suportar as verdades que a namorada de Tarso (Bruno Gagliasso) vai dizer sobre a sogra e acaba dando um tapa na cara dela.
Tudo começa quando o rapaz leva para ensaiar em seu quarto, o pessoal da banda que formou na clínica do doutor Castanho (Stênio Garcia). Melissa fica desesperada com os “loucos” em sua casa e pede que Tônia os retire de lá. Aí, o bafafá começa. Leia, abaixo, a discussão das duas.
Melissa: Dou cinco segundos pra você tirar essa gente daqui!
Tônia: Eu? Melissa!
Melissa: Você não trouxe? Leva!
Tônia: Eu não trouxe ninguem, quem trouxe foi o Tarso! a casa é dele, não é minha.
Melissa: Não, não se faça de tonta, Tônia! Sou eu, Melissa!
Tônia: Você devia me agradecer por ter acompanhado ele, sabia?
Melissa: Agradecer? Por estar incentivando meu filho a ficar doido? Porque é isso que você tá fazendo!
Tônia: Você não bate, sabe?
Melissa: É isso! E sabe porque? Para poder ter o Tarso com você! Para manter esse namoro que já teria acabado há muito tempo, mas há muito tempo se ele não tivesse com problema nenhum.
Tônia: Que?
Melissa: O Tarso não ia namorar uma mosca morta.
Tônia: Ei, não vai jogar sua revolta em cima de mim não, tá? Você tá louca pra encontrar um culpado pro fato do Tarso ter adoecido! Para o fato de você não poder mais olhar pra ele como o filhinho dos seus sonhos!
Melissa: Não fala assim comigo não.
Tônia: Ficar arrastando ele pelas suas festas, pelos seus clubes e mostrando pra todo mundo como os olhos dele são azuis que nem os seus. Que, aliás, nem são azuis!
Melissa: Os seus é que são!
Tônia: Foi isso que o Tarso sempre foi pra você! Um boneco, um troféu! você nunca enxergou a pessoa dele, nunca!
Melissa: Cala essa boca! Cala!
Tônia: Tanto assim que ele tá aí! Esquizofrênico! E você faz de conta que não vê.
Melissa (ameça com a mão): Se você falar isso de novo!
Tônia (exaltada): Esquizofrênico! Esquizofrênico!
Melissa dá um tapa em Tônia. As duas ficam pasmas com o ponto em que as coisas chegaram. Tônia se volta e sai. Melissa desaba
# Fonte: Extra Online

Marjorie Estiano investe na leveza para abordar a esquizofrenia em ‘Caminho das Índias‘
Marjorie Estiano em muito se parece com a dedicada Tônia de ‘Caminho das Índias‘. Mas um traço que diferencia a intérprete de sua personagem é, sem dúvida, a autoconfiança. Ao contrário da fragilidade que a doce universitária carrega na trama, a atriz de 27 anos mostra convicção em quase todos os assuntos e não se envergonha ao dizer por que sente tanto orgulho de seu atual trabalho. Na novela, Tônia é a namorada do esquizofrênico Tarso, de Bruno Gagliasso, e não desiste de ajudá-lo a se tratar. ‘Não sabia nada sobre esquizofrenia, como a grande maioria do público. Minha visão, aliás, era a de leiga mesmo, de ter medo, de enxergar perigo‘, confessa.
O papel em ‘Caminho das Índias‘ possibilita a Marjorie mostrar uma faceta que antes, na televisão, ainda não tinha sido explorada: trabalhar uma personagem mais leve e de emoções contidas. Mesmo com todo o drama que envolve sua personagem. ‘O jogo é manter a Tônia com a leveza que ela tinha nos primeiros capítulos. Isso ajuda a manter o otimismo e a esperança presentes nas cenas em que ela enfrenta o problema do Tarso‘, analisa.
Tônia foi sua primeira personagem que ganhou um ar mais leve, mesmo envolvida em um grande drama. Como foi dosar esses dois lados?
A Tônia tem uma cor diferente. Ela não é exatamente cômica, mas veio, sim, com uma leveza. E esse é o jogo. Mesmo nessa fase difícil, muito dramática, quando ela enfrenta a crise com a esquizofrenia do Tarso e sem o apoio de ninguém, ela tem uma visão otimista muito forte. Todo mundo acha que o melhor para os dois é a separação, mas eles são apaixonados na história. Essa leveza marcante desde os primeiros capítulos ajuda, hoje em dia, a manter esse otimismo. Faço com uma carga de esperança, de quem acredita que, no final, tudo vai dar certo. Em função daquela Tônia do início que a de hoje não fica pesada.
Você já sabia algo sobre esquizofrenia antes de se preparar para Caminho das Índias?
Eu desconhecia absolutamente o assunto. A minha visão, aliás, era a de leiga mesmo, de ter medo. Por isso acho brilhante a idéia da Glória Perez de abordar o tema em uma novela. Não se discutia sobre o assunto antes disso e o grande público não tinha qualquer informação. Existe um preconceito por conta dessa ignorância. Como não se conhece, é estranho, esquisito e você repele. Passa uma imagem de perigo. Tratar essa questão na novela ajuda a melhorar a situação e a inserir os pacientes na sociedade.
Você chegou a conversar com esquizofrênicos?
Sim. Tanto dentro da emissora, pelos workshops, quanto fora. Desde o momento em que eu soube que faria a Tônia e que ela estaria envolvida nessa temática, comecei a estudar o assunto. Durante a preparação da equipe, tive diversas reuniões com psiquiatras, pacientes e familiares. Foi um convívio próximo valioso para tudo que hoje é mostrado em cena.
O que você costuma ouvir nas ruas dos telespectadores?
No começo da novela, as pessoas sempre brincavam muito, era tudo pelo lado da piada: não deixa seu irmão ficar cuidando da sua vida ou vai sair, se divertir. Mas depois que a esquizofrenia entrou em debate, não rolaram mais comentários. Na verdade, estou saindo pouco. Fico só de casa para o trabalho e do trabalho para casa. Estou trabalhando e estudando muito. Não tenho nem esse meio do caminho pra cruzar com as pessoas.
Você estreou em 2004, como a antagonista de Malhação, e, de lá para cá, já está na sua terceira novela das oito. Essa trajetória surpreendeu você?
As pessoas dão um peso muito forte à novela das oito. Eu não. O que muda de um horário para outro é a liberdade para abordar determinados temas. Não acho que um folhetim das seis ou das sete seja inferior, seja menos valioso que um das oito. O que difere é o teor de profundidade ou de temas mais polêmicos. É mais uma linha traçada pela censura. Sempre estudei muito e sou muito dedicada a tudo que eu faço. Mas eu tive muita sorte também. Não acho que seja um mérito de bons atores. Existem profissionais excelentes em qualquer horário, mas tive a sorte de entrar na faixa nobre e com personagens que desenvolveram assuntos interessantes e deram margem para que eu mostrasse meu trabalho. Muitas pessoas são incríveis e estão no mercado há um tempão, mas não ganharam papéis desenvolvidos, com espaço para temas interessantes ou com conflitos que gerassem interesse.
Mas você chega a direcionar sua carreira para algum caminho? Já aconteceu de ser sondada para algo que não estivesse com vontade de fazer?
Até hoje, não fiz esforço para direcionar. Nunca recebi um convite ou fiz teste para um personagem que me apresentassem e eu falasse não quero fazer porque não é bom para chegar onde eu quero.
Você recusaria?
Acho que sim. Tenho ambições como atriz e um caminho que eu gostaria de trilhar. Quero, assim como todo mundo, papéis instigantes, que me deem possibilidades de criação, de desenvolvimento. Eu não gostaria de fazer, por exemplo, algo que já fiz ou que fosse muito semelhante a uma Natasha, de Malhação, ou a Marina, de Páginas da Vida. Mesmo assim, é claro que cada personagem pode ser abordado de uma outra forma, por mais que seja o mesmo conflito. Mas, sinceramente, não sei. Tenho vontade de explorar personagens cada vez mais diferentes de mim.
Quais são suas ambições na tevê?
A televisão instiga você a querer fazer coisas diferentes. Já fico muito feliz com o que consegui, mas quero descobrir, cada vez mais, qual é o meu processo na televisão. De concentração, de resultado mesmo. Estudo muito as cenas. Cada ator tem o seu método, mas eu preciso estudar. Tem gente que trabalha com improviso, mas tenho de estar com o texto, com uma linha de raciocínio mais ou menos traçada. Descobri que na tevê você não pode se fechar porque existem outras pessoas ali e que têm outras leituras sobre a mesma cena. Não dá para se sentir sem chão. E isso você descobre na hora. Não é como um teatro, onde você elabora, experimenta, erra, acerta e mostra só o que achou melhor. Se chegar o momento em que eu tire de letra televisão, talvez não queira mais fazer.
Depois de Malhação, você se lançou como cantora. Mas nunca chegou a aliar as duas carreiras em um único trabalho. Tem esse projeto?
Sinceramente, não. As pessoas falam sobre isso. Sugerem que eu faça um musical. Mas nunca tive essa intenção. Trabalho as duas áreas, mas uma independente da outra. Tenho ambições para a minha carreira de cantora e outras para a de atriz. Até agora, elas não se encontraram. Mas, claro, não digo que nunca experimentarei. Eu não sei. De repente aparece uma personagem que me instigue, que me provoque, e que tenha a música dentro da história. Não vou deixar de fazer por causa disso. Mas tento separar bem os dois lados. Tento administrar da melhor forma até para não coincidir um grande trabalho musical com outro de atriz. É difícil porque sou contratada até 2012 e a gente não tem muita ideia do que vai acontecer depois que a novela acabar. E tem personagens que exigem muito de você. Como a Maria Paula, na época de Duas Caras.
Em Duas Caras você interpretou a protagonista. Esse peso atrapalhou seu trabalho ou seus estudos para as cenas?
O que senti foi essa cobrança em cima de um rótulo. Não me assustei com o peso que esse posto tem dentro da produção, mas com o que dão fora dali. Qualquer personagem é o seu protagonista naquele momento. Não vou dar mais ou menos importância em função do nome que ele tem dentro da conjectura da teledramaturgia. Mas existe uma cobrança externa muito forte. Uma coisa de vamos ver se você pode. Eu adorei fazer. Era a mãe de um menino de 10 anos, começou como uma mocinha típica, ingênua. Depois, virou uma mulher vingativa e obsessiva. Foi uma trajetória importante para mim. Claro que eu queria me dedicar, estudar, mas aprendi que não dá para fazer tudo. É uma demanda imensa, você tem de escolher cenas consideradas chave e se dedicar a elas. É inviável dedicar tempo ao estudo quando isso é a última coisa que você tem. A televisão é muito rápida.
Essa fase de mocinha típica da Maria Paula foi muito criticada pela mídia no início da novela. Isso incomodou você?
Admiro demais o Aguinaldo. Acho ele um autor moderno. E Duas Caras foi uma história fora dos padrões, uma estrutura diferente de novela. Adorei fazer e me surpreendi com o final. As críticas não me afetaram. Sempre tive confiança plena no texto e na direção. Se tivesse como mexer na trama, não mudaria uma vírgula. E esse foi um dos meus passos mais marcantes na carreira de atriz.
#Fonte: cruzeirodosul

Galera a Aninha Lima posto no blog dela algumas fotos das gravações de Caminho das Indias , e entre essas fotos vimos a foto de uma gravação de Tarso e Tônia na clinica do Drº.Castanho . Poste da Aninha no blog dela: ” Gravamos essa semana na clinica. Tônia foi visitar o Tarso!!! Tão fofo…Sempre gostoso gravar lá, o lugar é lindo, o núcleo é delicioso! Todo mundo gente BOAAA!!!! “
#Fonte: bloglog.globo.com/aninhalima

Ana Maria tomou café, nesta sexta-feira, com a atriz Marjorie Estiano. Ela, que interpreta a estudante Antônia na novela Caminho das Índias, falou sobre como começou a carreira. “Fiz um teste para a Malhação e, coincidentemente, fui colocada no papel de uma cantora. Acho que tudo se encaixa, se encaminha”, disse ela, que está lançando um CD este ano.
Marjorie reviu momentos marcantes na TV e falou como os personagens influenciam a sua vida. “Com a Antônia, por exemplo, eu estou ficando gaga (risos)”. A gente sempre leva algumas coisas do personagem para a nossa vida. E a Antônia tem alterado o meu ritmo. Ela é acelerada e estou ficando também”, explicou a atriz.
Sobre o tema de congelamento de óvulos – abordado na novela – Marjorie disse ter curiosidade sobre o assunto e ressaltou que tem muita vontade de ser mãe. “Eu faria”
#Fonte: maisvoce.globo.com
Isso mesmo galera ! é com a maior alegria e satisfação que nós do MW comunicamos que a Marjorie chegou a final dos ”Meus Prêmios Nick” na categoria : Atriz Favorita. Gostariamos de agradecer a todos que votaram e pedir que continuem votando na segunda fase que começa no dia 17/07 e termina em 16/08. Mais uma vez Obrigada a todos !
#Fonte: Comunidade Oficial / Ady
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O relacionamento de Tônia e Tarso andava muito bem antes da doença dele. Tarso tinha até pedido a namorada em casamento e eles já planejavam o futuro. Mas quando o quadro do jovem se agravou, os planos sofreram mudanças.
Tônia continua apoiando o amado, mas é difícil para eles pensar no futuro. Tarso sabe disso e morre de medo de perder a namorada. E vai ser justamente isso que ele vai sentir durante o casamento de Silvia e Murilo. Quando chega o momento de a noiva jogar o buquê, Tônia se junta às mulheres não-casadas da festa e acaba sendo a felizarda a pegar o buquê. Tarso vê a cena e fica emocionado. “Não vai ser comigo, eu sei”, ele comenta com Inês.
Será que Tarso tem razão? Para saber, fique ligado nos próximos capítulos de “Caminho das Índias”. Essas cenas estão previstas para ir ao ar na próxima terça-feira (14/07).
# Fonte: Site Oficial Caminho das Índias